Em uma tarde calma na Europa Oriental, vacas descem dos céus com seus paraquedas indestrutíveis, enquanto galinhas, cordeiros, cachorros e prostitutas brigam em solo pelo domínio de território. Elas nem desconfiam que as forças armadas estão a caminho com tanques, helicópteros e muitos mísseis.

Nada que fuja do comum, não é mesmo? Achou o primeiro parágrafo desta análise um tanto quanto absurdo? Então saiba que ele é — em partes — verdadeiro e parte integrante de ArmA II, como você perceberá mais adiante.

Mas deixando o humor de lado e mergulhando no lado sério das coisas, temos em mãos um dos mais completos, intrigantes, ambiciosos e complexos jogos de guerra desta geração, desenvolvido por ninguém menos que a Bohemia Interactive — o estúdio Tcheco que criou Operation Flashpoint em junho de 2001.

Mesmo apesar do fato da Codemasters ter desenvolvido e publicado Operation Flashpoint: Dragon Rising, muitos vêm considerando ArmA II como o sucessor espiritual para o game original, dadas as mecânicas de combate e o próprio sistema de gerenciamento de unidades através do mapa.

Desta vez os conflitos se passam durante 2009 no leste Europeu, em uma linha do tempo alternativa na qual é criada a nação de Chernarus, ou Black Russia, como é denominada por alguns. Dominada pelo medo e terror, a nação vive em meio a um sério conflito entre os interesses do Governo democrático e o grupo a favor do comunismo, o que resulta em guerra civil.

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